Ignorantes Unidos!
Ontem fiz um trajeto que costumava fazer há um tempinho atrás e infelizmente relembrei o quanto a ignorância coletiva é um fenômeno presente na sociedade.
E o pior, ela desencadeia diversas situações…
Situação nº 1
Desembarcar na Sé do metrô sentido Itaquera. Pra sair ilesa disso só sendo seguidora ferrenha do Dalai Lama.
Imaginem a situação: uma criança e sua mãe, um velho daqueles nojentões que pinta a unha do dedinho de vermelho e sua musa muito parecida com a Tati Quebra Barraco, alguns adolescentes sob efeito de qualquer coisa típica da idade, eu e uma menina com a mesma cara de “vai dar tudo certo” que eu sentia estar.
Quando abrem a porteira é aquela beleza, os muleques saem empurrando a criança com a mãe e eu atrás do velho da unha nojenta quase fico presa porque o dignissimo quis que todos abrissem espaço pra belezura da mulher dele. No desespero de ir uma estação pra frente e ter que enfrentar tudo aquilo no sentido contrário resolvo dar uma empurradinha.
Mas ele me me deu um coice. Sim, um coice!!
Situação nº2
Já no ônibus, sentadinha do lado da janela, avisto quem entrando??
O casal nota 1000 e a musa senta ao meu lado!!
O melhor é colocar o MP3 e fingir que nada está acontecendo, afinal o Valadão faz questão de ficar em pé mandando beijinhos pra Tati.
Situação nº3
O casal vai descer, dá sinal e o motorista não ouve.
Conclusão: aprendi vários novos xingamentos, inclusive algo que juntava cabra com ânus e alguma ação nada ortodoxa.
Às vezes fico com dó dos motoristas, principalmente de micro ônibus. Afinal eles desempenham dupla função, dirigem um veículo mais do que hiperlotado, cheio de barulho e podre! Sim, podre… situação nº 4 por favor.
Situação nº4
Um ponto antes do meu, uma senhora dá sinal e uma moça vai em seguida pra descer também. Mas a porta não abre! Travou!
O motorista para, desce e vai socorrer. O máximo que ele consegue é quebrar um dos lados da porta que abre a contra-gosto deixando um espaço pras sacolas da tia passarem, mas ela sem chance.
A menina passa esmagadamente e vai embora. A tia vai ter que ir até o ponto final pra que desmontem a porta e ela possa sair. A sorte é que ela é bem humorada.
Eu, não tão legal assim, resolvo descer ali mesmo enquanto ele segura as portas e me cede um espacinho que me lembra de levar a sério um regime. Porém, melhor sair ali… vai saber como seria no próximo ponto.
É… agora eu já to rindo… mas na hora deu uma vontade imeeeeensa de fazer parte do Ignorantes Unidos que jamais são vencidos!
ps. E a tarifa aumentou há uma semana… Ê Brasil!



Genteee!
Isso é SP.
ahauhauahuahuaua
Desculpa, mas até q é engraçado, agora.
Tô tentando imaginar o velho “Valadão” com a unha pintada. Deve ser aquelas que deixam crescer pra coçar o ouvido (owwhh coisa nojenta!)
ahuahuhaahuahau
bj