Pão de açúcar
A felicidade é um tanto etérea, efemêra. Daquelas coisas que evapora, dissolve, dilui, desmancha no ar.
Por isso que quando a encontro por aí faço questão de estender os braços e envolver o máximo que puder. Um tanto egoísta até… a ponto de não deixar fresta alguma na porção que me pertence.
É pavoroso vê-la escorrendo pelos dedos que nem um punhadinho de areia. E é tão imensamente prazeroro vê-la entrando no nosso mundo, seja do modo que for. Sorrateira e abelhuda ou vagorosa e tímda. Ela é linda de qualquer forma.
Mas se me permitem citar preferência… Nada melhor do que encontrá-la em lugares inesperados. A surpresa é praticamente um plus aos sorrisos largos e abraços calorosos.
Agradeço por ter presenciado dias assim ultimamente. Agradeço muito!


