Inspiração admirável
Algumas mudanças aconteceram e eu estou um pouco mais livre enquanto devo cumprir um certo espaço de tempo em um lugar determinado. Em outras palavras: o serviço no trabalho está sossegado. Mas dizem que é pra ficar melhor um pouco pra frente. Acredito e fico na minha, deve ser o melhor a fazer por enquanto. Espero mais mudanças.
Com isso, pra me manter acordada e não atacar a gastrite com excesso de café coloco minhas leituras virtuais em dia. Eu não consigo ler textos muito grandes nessa telinha que me seca os olhos, sinto falta de sentir o peso de um livro nas mãos. Já blogs de amigos e pessoas que admiro, ah… aí é uma facilidade só.
Tem uns e outros que não tenho muita paciência. Escritos em “internetês” faço questão de manter meu navegador longe, coisas muito fúteis também não figuram no meu histórico. Agora 90% dos que estão nessa lista aí do lado são responsáveis por me fazer pensar e chegar com um sorriso ou lágrimas no final de um post. E aí tá feito o casamento.
Um em especial me faz bem sempre. É propriedade de um cara que admiro há um certo tempo. Ele lá em cima do palco com a guitarra e seu ar de Jack Skellington. E eu quase sempre na primeira fila aplaudindo a banda da qual ele faz parte (vale dizer aqui que nunca tive problema em manifestar meu lado tiete, acho isso bem saudável na verdade. Idolatria não, mas admiração é praticamente um elixir da felicidade).
A banda: Nenhum de Nós. O guitarrista blogueiro: Carlos Stein. O blog: Trocas Justas (http://carlosnenhum.blogspot.com).
É impressionante a familiaridade e intimidade que ele tem com as palavras. A facilidade que parece ter em traduzir em parágrafos e mais parágrafos alguma coisa que nunca havia me dado conta. A dinâmica de tudo que escreve. E o mais importante: a capacidade de fazer com que o texto soe sempre tão familiar e gostoso a ponto de mudar uma manhã fria de sexta-feira que precede um plantão de sábado.
Palmas e mais palmas. Sorrisos no rosto e diversos obrigadas. Um grito histérico de tiete (Jaaaaaaack). Fã convicta da música e agora também de suas tão bem traçadas linhas. Leiam, vale muito a pena e você preenche seu tempo.
*Aviso* Escrevo esse post entre matérias editadas, cadastros feitos, orientações e dúvidas respondidas. Então se faltar algum sentido, me perdoem, mas foi quando e onde surgiu vontade de postar.
“Hoje quando o sol saiu…”
Sou uma pessoa insatisfeita por natureza. Sempre quero mais. Sempre espero mais. Sempre acho que tudo devia ser perfeito; mesmo quando é bom. Bom apenas não basta, muito menos sacia.
Dona de uma apetite enorme, quero engolir o mundo de uma abocanhada só e aí, geralmente me engasgo. Fica aquele monte de informações, sentimentos e acontecimentos… todos se confundindo com o meu refluxo e se embolando dentro de mim. Certas vezes tudo isso tem até a ousadia de voltar e cair bem na minha frente, e aí eu tropeço, caio feio. Machuca. Geralmente não aprendo.
Em alguns dias perdidos e raros no entanto, me surpreendo com uma satisfação imensa em forma de sorriso estampado no rosto na hora de dormir. Só aí que percebo a felicidade que coisas simples podem proporcionar. Boa música, bons amigos e novas formas de encarar certas coisas.
Não é necessário ser perfeito. Satisfação em formato pocket preenche o vazio e não ameaça ninguém. Muito menos eu.
“Veja meu bem, o que você tem…
O poder de me desviar do meu caminho Uhhhhh uh uh uhhh!”
O que determina sua simpatia por alguém? Já parou pra pensar?
Acho que é mais uma daquelas perguntas com 50 mil respostas plausíveis e nenhuma totalmente satisfatória.
O fato é: sempre vai existir O(A) preferido(a). O porquê nem sempre se sabe.
E acho que isso acontece em todos campos possíveis. Comigo pelo menos acontece.
Bandas por exemplo, eu tenho uma certa tendência a eleger o escolhido, sempre. Sempre! Já passei da fase boy-band e o aspecto “ele é o maaaaaaaaaaaais lindo” já se foi há muito tempo, mas sempre tem o cara ou a mina que eu corro primeiro pra tietar. Por que será?
Não adianta sempre vai ser assim. E em alguns casos por mais que eu pense e repense nunca vou saber o porquê.
Não que isso tenha lá muita importância, mas é que ontem recebi um sms dela falando que o Gross da Cachorro Grande tava no Gay Caneca. Aí comecei divagar sobre isso. O Gross é o escolhido da AuAu, desde o início. O que ele tem? Sei lá… e não vale dizer: “É gaúcho”…. porque dãaaa todos ali são.
E aí durante o pensar (a respeito disso) que caiu a ficha que em vida real mesmo, nessas coisas mais paupáveis e diárias como trabalho, família, escola e tudo mais… invariavelmente sempre tem o(a) preferido/escolhido também.
Mas por que??
Deve ser porque definitivamente não sou uma pessoa de turmas…Deve ser.
Em tempo: sexta tem Cachorro Grande na Fiesp! Yey!!! \o/
Novos Horizontes*
“aquele sentimento que era passageiro não acaba mais”
_ Oi, tudo bem?
_ Oi, tudo bem e você?
_ Tuuuudo certo!
Ela respondia com um sorriso plástico beirando o dissimulado. Já nem prestava atenção no que as pessoas perguntavam, o “tudo bem” era um reflexo, o pouco de educação que lhe restava. Algo muito longe da verdade.
Ela dizia o “tudo bem” com a esperança contida de que um dia falasse novamente as duas palavras não apenas da boca pra fora. A esperança de que amanhã o sol voltasse a brilhar, assim mesmo, tão piegas quanto naquelas citações de agenda que ganhamos de algum comércio.
Não sabia dizer ao certo o porquê não estava tudo bem. Mas também, ninguém se importava. No máximo fingiam.
Afinal desde pequena sabia que aquele “tudo bem” indagado aos quatro cantos nada mais era do que uma regra de convivência social. E só!
“corpos em movimento universo em expansão”
Desde aquele dia –que ela já nem lembrava mais qual era ao certo– tudo tinha mudado. As esperanças de seu coração vão sumindo. O viço de seu rosto vai caindo. Já fazia tempo que nem se quer era surpreendida por um olhar furtivo na rua. Justo ela, que diziam tão bonita.
“Beleza não é nada se você não responde ao “tudo bem” com verdade”, pensava.
Todos seguiam seus rumos, todos evoluíam e ela ali. Parada. Inerte. Sem saber pra que lado ir. Se é que restou algum dos caminhos sem barreiras para enfrentar. Lutar era o que devia. Só não encontrava mais forças pra isso.
Pelo menos não agora.
“não tenho pra onde ir mas não quero ficar”
A correria naquela avenida fria que outrora lhe causava admiração e calma. Agora também a assustava. Todos pareciam ter um rumo certo, destino traçado, vida estável.
E ela? Ali. Ainda inerte.
Tinha vontade de parar um estranho qualquer ali e perguntar o porquê de tudo aquilo. O que acontecia? Só ela se sentia assim? Era invisível por acaso? O curioso é que ela era invisível quando não queria e nas poucas vezes em que queria passar totalmente desapercebida todos pareciam apontar e rir.
Será que estaria ficando louca? Ainda penteava os cabelos rebeldes ao menos. Era a segurança que lhe restava.
Vendedores ambulantes ofereciam tudo à ela. Uma placa em um poste qualquer oferecia consultas de amor. Um mendigo oferecia a mão espalmada em busca de ajuda. O farol aberto oferecia a faixa do lado oposto. Lojas ofereciam felicidade instantânea em forma de consumismo.
Mas na verdade o que ela queria, o que ela precisava realmente, ninguém parecia poder oferecer.
Andou mais um pouco, divagou, limpou as lágrimas do rosto e resolveu fechar tudo ali dentro dela novamente. Ninguém entenderia. Ninguém pode fazer nada.
O triste é que ela sente que nem ela pode.
Entrou no primeiro metrô e tomou o rumo de casa. Afinal…
“o que não tem fim sempre acaba assim”
*Inspirado na música “Novos Horizontes” da banda gaúcha Engenheiros do Hawaii
(Vídeo que peguei do youtube by “ademo01″. Trecho do finado programa Bem Brasil no Sesc Interlagos em 01)
Diga-me o que preferes…
Penso que se há um modo inteligente, sutil e muito eficaz de conhecer alguém é através de suas preferências culturais. Isso mesmo, procure saber os filmes, seriados, livros e músicas favoritas da pessoa em foco.
É questão de sensibilidade e vontade é claro, mas garanto que encontrará muito da pessoa que ela é hoje ao se interessar pelos seus ídolos.
Por esse mesmo ângulo, espero que fique feliz quando alguém quiser dividir com você as suas preferências. Eu pelo menos, quando faço isso é porque confio em você, salvo raríssimas exceções.
Essa teoria pode ser uma versão evoluída e menos maternal do “Diga-me com quem andas que direi quem tu és”. Talvez pudesser ser intulada de “Diga-me onde tu espelhas que saberei quem tu és”.
Não é raro percebermos traços da personalidade da pessoa em algum filme preferido dela, ou vai dizer que você nunca viu um fã de Amelié Poulain falar de suas preferências com uma certa poesia? Claro que viu, eu fiz isso alguns posts atrás oras.
E se a pessoa não ganha alguma coisa do enredo, ela certamente se enxerga ali de alguma forma para ter tanta paixão pela personagem. É questão de familiaridade. Dificilmente você gosta de algo muito oposto a você.
Tive certa vez uma amiga que todos consideravam cultíssima, inteligentíssima e todos outros “íssimas” que casarem com QI elevado. Não menosprezo de maneira alguma seus neurônios, mas depois que passei a ver e ouvir muito do que ela preferia passei a também identificar frases de outros autores em sua boca. E ela nem se quer preocupava-se em identificar a autoria.
E música então? Não é a toa que tanta gente que só ouve Coldplay tem tendência suícida! hahahah Tá bom, talvez eu exagere aqui porque não suporto a tal banda. Mas então, vamos falar do que eu conheço. Alguém já conheceu um fã de engenheiros do hawaii se quer que não tenha uma certa queda pelo Sul do pais?
Sem contar as piadas internas que surgem em determinados grupinhos que têm a mesma preferência. Believe me, você só vai entendê-las se procurar a raiz de tudo aquilo.
Ah sim, devo alertar que se a pessoa tiver a chamada “personalidade esponja” fica bem difícil aplicar a teoria. Mas aí nem precisa né? Você já deve saber que a pessoa é um sem personalidade mesmo, praticamente um parasita! heheh
Me defendo antes do ataque: muita coisa do que gosto me foi apresentada através de outras pessoas, óbvio. Mas pra ser uma esponja você precisa absorver qualquer coisa que lhe for apresentada, sem o mínimo critério.
Ídolo. Musica. Banda. Autor. Livro. Filme. Ator. Atriz. Seriado. Os preferidos. Humberto Gessinger. Piano Bar. Pearl Jam. Marcelo Rubens Paiva. Apanhador no campo de centeio. Quase famosos. Johnny Depp. Meg Ryan. Gilmore Girls.
Diga-me quais são os seus preferidos que direi quem tu és.
Das coisas que eu entendo*
“Não há raiva, não há morte, só arrependimento e amor. E disso tudo eu entendo muito bem!”
A porta da sala bateu e um ruído forte e seco se propagou por toda a casa, todo o corpo, toda a vida. Tudo aquilo que acreditavam ser sólido.
Fazia tempo que nada era como queriam. Queria viver um sonho, um dia que fosse daqueles em que se dorme com sorriso estampado no rosto e em que se sente a vida passar levemente.
Ou então, topavam até o extremo oposto, uma briga fenômenal com direito a feridas abertas e insultos pra lá de grosseiros. Desde que acabasse em um abraço e diversos pedidos de desculpas, é claro.
Mas o que tinham era só o tédio, a rotina. Um desconforto crescente no peito que às vezes parecia explodir. Uma explosão por ora contida, explodir também não fazia mais efeito.
Será que tinham chegado no limite?
O limite de um amor de verdade, o limite de uma convivência normal. O limite entre o bom dia na cama e o adeus daquela saída.
Nunca saberiam.
“Você não ligou quando eu disse para ter cuidado. Tinha razão você precisa ser livre.”
*Inspirado na música “Das coisas que eu entendo” da banda gaúcha Nenhum de Nós
Vídeo by Rê
MM
Estava no 1º ano do colegial. 1998 acho eu. Tinha uma daquelas agendas que namorava há tempos, “Livro da Tribo” ela chamava, era cheia de páginas coloridas e poesias ou trechos de obras de autores renomados e também de novas descobertas da literatura nacional. Entre eles, lá estava ela. Martha Medeiros.
Era a primeira vez que tive notícias dela e no ano seguinte quando também tive um “Livro da Tribo” fui direto em busca de mais palavras da moça.
Em outra ocasião assistia ao programa Sem Censura por causa do Humberto Gessinger. Era um especial só com talentos dos Pampas e não é que lá estava ela? Na ocasião soube mais da vida dela, e constatei que ela ainda era simpática. E tem o tal sotaque que tanto amo. Mais pontos invariavelmente.
Pouco tempo depois, compro o “Pequeno Universo”, o mais novo disco do Nenhum de Nós na época. E não é que ela está lá?? A bendita escreveu a letra mais bonita do álbum, “Feedback”. Thedy ainda deixa claro que queria uma visão femininha de um romance, ninguém faria melhor realmente.
Na mesma semana resolvo ir a um sebo em busca de nada em específico. Apenas queria alguma leitura que me entretesse e me ensinasse alguma coisa. Na prateleira de novidades, uma capa rosa novinha em folha me chama a atenção. Sim, novamente ela. Voltei pra casa com o “Divã” na bolsa e uma promessa.
O estranho é que nunca fui atrás dela, invariavelmente ela acabava aparecendo nas coisas que eu gostava. Parecia coincidência demais. Foi então que resolvi ceder e prometer ir atrás dos escritos de Martha Medeiros. Hoje já tenho material o suficiente pra me declarar fã convicta da gaúcha.
Já li “Divã”, “Selma e Sinatra”, “Non Stop” e acabei há poucos minutos “Tudo o que eu queria te dizer”. Todos geniais. Simples, histórias rotineiras, personagens fortes e reais ao extremo. Ela faz as coisas do nosso cotidiano virarem poesia com suas palavras.
Se você aí gosta de ler coisa boa, anote este nome: Martha Medeiros. Recomendadíssimo!!
Presta atenção na letra desta música e me diz se não dá vontade de ler mais coisas da moça?? Aliás o clipe também é lindo, mas isso é assunto pra depois…
Feedback – Nenhum de Nós
O trovão Ana Carolina
Ontem à noite, assisti ao especial da Multishow “Ana Carolina – Dois Quartos”.
Estava lá na gravação no Credicard Hall, em novembro passado. Infelizmente não vi o show como queria, acabei passando mal e me distanciei da multidão. Vi tudo (com exceção das músicas que só ouvi do banheiro enquanto chamava o Hugo, o Juca, ou seja lá quem for) lá de trás, do fim da pista, ao lado de um simpático segurança que me deixou sentar nos tapumes que sobraram da construção da arquibancada.
Ou seja, em partes o que assisti ontem era inédito ou semi-inédito, em outras fiz a usual comparação do “ao vivo pra valer” com o “ao vivo da TV” e constatei que o show não perdeu nada e nem ganhou nada, o que prefiro deixar bem claro considerar uma coisa boa.
Uma das coisas que sinto falta e isso nunca vai mudar é da Ana Carolina de alguns anos atrás, da Ana introspectiva com fama de não gostar de jornalistas, de câmera ou de qualquer coisa que fosse além da música. Não que ela tenha se tornado uma cantora fake como a maioria se transforma um dia, mas ela faz uso agora de alguns artifícios do mainstream que fazem o público delirar e provavelmente o cofrinho encher mais rapidamente.
O espetáculo começa com uma dobradinha de “Eu comi a Madonna” com o cover da própria “Fever” e o vídeo lésbico masoquista dos anos 50 que apavarou a tantas pessoas na estréia da turnê – aliás, tá aí uma coisa que eu ainda pretendo descobrir o porquê, na novela das “oito” coisas muito mais obscenas são apresentadas à família brasileira. E é o primeiro indício de que as coisas mudaram, sei lá, mas não sou nada a favor dessa gratuidade em dizer “a fenda mela”, “meu nervo rígido” e coisas do tipo.
E também acho que o jeito e a fúria que ela mostra ao andar de um lado para o outro do palco como um felino acuado em uma jaula é ainda muito melhor do que as dancinhas ensaiadas, e descobri que coreografadas por Debora Colker. Tem gente que pra mim não combina com a idéia falsa de que todo artista tem que ser uma pessoa planejada e perfeita.
O hit “Rosas”, “Tolerância”, a trilha sonora “Carvão”, a canção encomendada por Bethânia “Eu Que Não Sei Quase Nada Do Mar” antecedem o pout-pourri de sucessos “Confesso / Trancado / Nua / Pra Rua Me Levar / Encostar na Tua”.
Um pouco depois vem a sequência de “Nada te Faltará” e “O Cristo de Madeira”. Ahhh e aí sim podemos finalmente ver a cantora que tanto admiro, em sua melhor forma, a de trovão. Trovão na voz e na performance cheia de vigor e vontade de compartilhar cada palavra cantada com a platéia. Digam o que disser, é como trovão que ela se sai melhor, é afinal o que ela é.
Sozinha no piano interpreta “É Isso Aí (The Blower’s Daughter)”. “Ruas de Outono”, “Aqui”, “Três”, “Sinais de Fogo”, “Um Edifício no Meio do Mundo”, “Milhares de Sambas”, “Chevette”, “1.000,00 (Nega Marrenta)”, “Notícias Populares” e “Uma Louca Tempestade” também fazem parte do set list, entre tantas outras.
Baixo, piano, violão, guitarra e pandeiro. Tudo isso somam à qualidade da música que ela é capaz de produzir sozinha. Apesar disso Ana Carolina ainda conta com um time de músicos de primeira linha e traz dessa vez também uma dupla de backing vocals que já cantaram com Cazuza e Maria Bethânia.
Além do show o especial mostra depoimentos de seus principais parceiros nas composições contando as histórias das principais músicas. Talvez batido demais para um DVD, mas na minha opinião algo totalmente indispensável, principalmente para os fãs ávidos de informação.
Fãs estes que protagonizam uma das faixas mais belas do DVD, “Quem de nós Dois”, em que acompanhada apenas de um piano e de um violoncelo, Ana canta com alma a música e deixa o refrão para o público que aceita e desenvolve belamente a idéia.
No fim, o DJ Zé Pedro sobe ao palco e faz uma performance divertida e colorida em “Eu Comi a Madona (remix)”. Vou tentar não dizer que apesar de ter achado um belo visual, preferia a animação de “O Beat da Beata” da turnê passada que me fez subir nas cadeiras do Tom Brasil em seguida de “Elevador”. Ops, acho que já disse não é?
Enfim, é um texto vestido de “crítica musical” feito por uma fã inveterada do “Estampado” que não nega a beleza de se surpreender com o registro de “Dois Quartos”.
Não achei nenhum vídeo disponível do DVD ainda… mas tem esse gravado por uma fã no dia do show que mostra bem a Ana que eu adooooro! heheh
O Cristo de Madeira


